Robinho 2okEm meio ao Carnaval, um dos momentos mais tradicionais da cultura brasileira, a Nike apresentou a nova camisa azul da Seleção Brasileira, que vai buscar o inédito hexacampeonato mundial na África do Sul. O cantor Carlinhos Brown desfilou em seu trio elétrico em Salvador (BA) com a nova camisa. No dia seguinte, o jogador Robinho (foto) exibiu o manto azul na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro (RJ).

A escolha da maior festa popular brasileira como palco de lançamento da camisa azul foi uma homenagem às nossas raízes. Salvador é a cidade que melhor representa a conexão entre o Brasil, a África e a cultura dos países, com destaque para a música. Já o Rio de Janeiro, além de ser a casa da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), é a maior vitrine do Brasil para o mundo durante o Carnaval.

O uniforme número 2 da Seleção ganhou fama como a “camisa da sorte”. O azul foi utilizado pela primeira vez pela Seleção na final da Copa de 1958, quando a Suécia, que jogava em casa, vestia amarelo. Na véspera da final, disputada em 29 de junho de 1958, em Estocolmo, a Confederação Brasileira de Desportos (CBD, atual CBF) teve de procurar uma nova opção nas ruas suecas. E o azul foi escolhido pela comissão técnica da Seleção.

Supersticiosos, alguns jogadores brasileiros pensaram que a mudança da cor da camisa era sinal de má sorte. No entanto, Paulo Machado de Carvalho, chefe da delegação na Copa, incentivou os jogadores. “Jogaremos de azul porque essa é a cor do manto de Nossa Senhora Aparecida”, disse. Em campo, de azul, o Brasil venceu a Suécia por 5 a 2, conquistou o primeiro título mundial e a cor passou a ser considerada um amuleto da Seleção Brasileira.

Tradição e tecnologia

O novo modelo, que será utilizado nas partidas em que a Seleção não for mandante, possui três principais diferenças em relação à versão anterior: pequenos círculos na parte frontal, gola careca e listras ao longo dos ombros, com cinco pequenas estrelas, para comemorar cada Copa do Mundo vencida pelo Brasil. Todas essas novidades são na cor amarela, do mesmo tom da camisa número um. Na parte posterior da gola está escrito ‘Brasil’ e, na parte interior, fica uma pequena bandeira do Brasil e a mensagem ‘Nascido Para Jogar Futebol’.

A camisa possui tecido Dri-Fit, que ajuda na rápida evaporação da umidade e mantém os jogadores secos. Ao mesmo tempo, as inovadoras zonas de ventilação ao longo de cada lateral da camisa, e abaixo da linha da cintura nos calções, ajudam a aumentar significativamente a entrada de ar para manter os jogadores mais frescos.  O calção reserva é branco com uma listra azul na lateral, enquanto as meias são azuis com uma fita amarela e a palavra ‘Brasil’ na lateral.

A camisa azul da Seleção chega às lojas em duas versões, sendo uma idêntica a dos jogadores, com preço sugerido de R$ 239,90, e uma réplica a R$ 199,90.

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